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A WT Investigação busca todas as notícias sobre investigação e espionagem. Acompanhe os últimos lançamentos de equipamentos para investigação e os principais casos em destaque na mídia.

Espionagem de usuários Apple: jornal se enganou, diz Google

postado em 22/02/2012 04:57 por WT Investigação

Uma reportagem da Agência France Presse,publicada na manhã desta sexta-feira, informava que o Google espiou usuários da Apple para vender publicidade, com base em matéria do jornal americano The Wall Street Journal. Entretanto, em comunicado enviado pela assessoria de imprensa do Google, a empresa explica que o jornal interpretou erroneamente o que aconteceu.

De acordo com o comunicado, "foram usadas funcionalidades conhecidas do Safari para prover serviços que usuários do Google previamente logados em suas contas habilitaram". A nota, assinada por Rachel Whetstone, vice-presidente senior de comunicação e políticas públicas do Google, esclarece ainda que "esses cookies de publicidadenão coletaram informações dos usuários".

Leia, na íntegra, o comunicado do Google sobre a reportagem:

"O jornal interpretou erroneamente o que aconteceu. Nós usamos funcionalidades conhecidas do Safari para prover serviços que usuários do Google previamente logados em suas contas habilitaram. É importante frisar que esses cookies de publicidade não coletaram informações pessoais.

Diferentemente de outros navegadores, o Safari bloqueia cookies de terceiros por padrão. Entretanto, o Safari habilita muitos recursos da web que se apoiam em cookies de terceiros, como o botão "Curtir". No último ano, nós começamos a usar essa funcionalidade do browser para possibilitar que usuários do Google logados em suas contas pudessem ver os anúncios personalizados que selecionaram e outros conteúdos - como a possibilidade de dar um "+1" em coisas que lhes interessam.

Para habilitar esses serviços, nós criamos uma comunicação temporária entre o Safari e os servidores do Google para que nós pudéssemos encontrar os usuários de Safari que estavam logados ao Google e tivessem optado por esse tipo de personalização. Mas nós criamos esse link de modo que a informação que seguisse do navegador Safari até os servidores do Google fossem anônimas - efetivamente criando uma barreira entre as informações pessoais e o conteúdo navegado pela rede.

Entretanto, o Safari contém uma funcionalidade que então habilitou outros cookies de publicidade do Google dentro do próprio navegador. Nós não antevimos que isso poderia acontecer, e agora começamos a remover esses cookies de publicidade do Safari. É importante frisar que, assim como em qualquer outro navegador, esses cookies de publicidade não coletam informações pessoais.

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Família rica ignora Polícia e chama detetive particular para vingar violência e estupro em assalto

postado em 21/02/2012 08:54 por WT Investigação

Família rica ignora Polícia e chama detetive para vingar violência e estupro em assalto

Uma família de alto poder aquisitivo viveu, pelo menos duas horas de terror. Cinco bandidos, todos de cara limpa, mas armados com pistolas invadiram uma mansão em um bairro nobre da Capital, e entre uma e outra brutalidade, três deles visivelmente drogados, violentaram três mulheres. Três jovens universitárias de 18 , 21 e 23 anos. Depois do horror na hora do almoço, a família tomou duas decisões: não vai registrar ocorrência, mas contratará um detetive particular de São Paulo para identificar os bandidos. A meta é executar todos após as investigações. Foi a segunda família rica que teve membros da família estuprados em menos de um ano em Cuiabá.

 
 
As informações são de uma fonte ligada à família que pediu para que a reportagem do Portal de Notícias 24 Horas News não citasse os nomes das vítimas, principalmente o sobrenome, muito menos o bairro onde todos moram. Fechado o acordo, a fonte liberou as informações.
 
 
Os bandidos chegaram à mansão em um carro de luxo e entraram na casa pela porta da frente depois que renderam o segurança e roubaram uma pistola calibre 380. Em seguida o bando rendeu duas empregadas, uma que estava na sala, e outra que estava servindo o almoço.
 
 
Um segundo segurança que chegou logo em seguida também foi rendido Entregou a arma para os bandidos e das 13 pessoas que estavam na casa: duas crianças de dez e 12 anos, o casal, dois seguranças, e quatro funcionárias, nove foram amarradas e trancadas em uma suíte sendo vigiadas por um dos bandidos de arma em punho.
 
 
As três jovens violentadas  ficaram com três bandidos no salão da frente, enquanto um fazia a “limpeza”. “Nada de coisas grandes que chamem a atenção”, gritou um dos banidos. Depois de quase duas horas de muito terror, os bandidos foram até à mesa, beliscaram alguns quitutes, beberam duas taças de vinho e fugiram no mesmo carro, uma camionete.
 
 
Os bandidos, segundo a fonte, roubaram uma pequena fortuna da família em  dois cofres: mais de R$ 1,5 milhão em jóias, US$ 6 mil, cerca de R$ 18 mil, 16 aparelhos celulares, seis note-books, duas garrafas de uísque importado e centenas de DVDs e CDs originais.
 
 
E o porquê da família resolver adotar o silêncio? “Primeiro para não expor as vítimas de violência sexual. Segundo, para não ter que dar explicações caso os cinco bandidos, dois deles possivelmente de famílias de classe média alta sejam encontrados mortos. Esse são os principais motivos”, alertou a fonte.
 
 
Segundo ainda a fonte, se a família registrasse ocorrência, todos estariam expostos, principalmente caso os bandidos fossem presos. As vítimas violentadas teriam que fazer exames, fazer reconhecimentos e depor. Presos, os bandidos, segundo pensou a família, não ficaria mais do que um ano na cadeia.
 
 
“Eles (os bandidos) fazem o que fazem, mas quem fica marcado são as vítimas. E essa marca não sai nunca. Por isso a família resolveu adotar o silêncio. Mas podem ter certeza, mais cedo ou mais tarde, os bandidos vão pagar, não pelo roubo, porque bens matérias são importantes para se usar, não para chorar. Agora o que eles fizeram com as três jovens estupradas uma na frente da outra. Isso eles (os bandidos) vão pagar, e com a vida. Mas antes eles também vão sofrer um pouquinho para que lembrem porque estão morrendo aos poucos”, concluiu.
 

Belo contrata detetive particular para vigiar Gracyanne

postado em 13/02/2012 03:03 por WT Investigação

Recentemente, surgiram rumores de que Gracyanne teria traído Belo. Foto: Anderson Borde/AgNews

egundo o colunista Leo Dias, do jornal O Dia, Belo contratou um detetive particular para vigiar os passos de sua mulher, Gracyanne Barbosa. Ele desconfia que ela tenha um caso. O investigador descobriu apenas um número de telefone usado pela morena cerca de 15 vezes por dia.

A rainha de bateria da Unidos da Tijuca conversou com o marido, mas não teria conseguido convencê-lo de que as conversas não eram nada demais. Ele não quis romper o casamento, mas agora faz questão de acompanhar todos os passos da mulher. Recentemente, surgiram rumores de que Belo teria flagrado uma traição de Gracyanne.


    Belo e Gracy se beijam para espantar fofoca de separação


    Mesmo com os boatos fortes sobre uma crise conjungal, Belo e Gracyanne estão fazendo de tudo para manter a imagem de um casamento inabalável. 

    Após as notícias de que Gracy teria traído o cantorcom o empresário dele, o casal foi fotografado na noite da sexta-feira (10), trocando beijos no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Na ocasião, Gracyanne foi jurada da final do concurso Samba de Quadra. Sorridentes, eles se abraçaram e fizeram pose para os fotógrafos. 

    Após briga com ex-empresário, Belo reforça segurança

    Fabíola: Belo e Gracyanne: chifre trocado não dói

    Você acha que Gracyanne traiu Belo? Opine

    A história da traição ganhou um novo capítulo neste sábado, quando o jornal Extra, na coluna de Leo Dias, publicou o cantor contratou quatro policiais para fazer sua segurança 24 horas por dia, pois o pagodeiro estaria com medo de represálias por parte de seu ex-empresário, Anderson Cavalcanti Rodrigues, mais conhecido como Bambam. 

    Com a descoberta da possível pulada de cerca de Gracyanne, Belo teria rompido o contrato de trabalho no qual Bambam tinha direito a 25% de suas ações.

    belo
    Abraçados, Belo e Gracyanne fazem pose para fotos no Rio (Foto: Daniel Pinheiro/R2 - Divulgação)

    belo

    Espionagem

    postado em 05/02/2012 06:26 por WT Investigação

    Irã condena americano à morte por espionagem para a CIA
    Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR 
    09/01/2012 | 13h54 | Tribunal

    O Tribunal Revolucionário do Irã condenou um americano, descendente de iranianos, à morte por espionagem para a CIA, a agência de Inteligência do Estados Unidos, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira pela agência de notícias iraniana Fars. Nesta segunda-feira, Teerã confirmou a notícia de que está enriquecendo urânio nas montanhas Fardow.

     

    "Amir Mirza Hekmati foi condenado à morte por cooperar com o país hostil (Estados Unidos) e por fazer espionagem para a CIA", disse a agência, sem citar fontes.

    Hekmati, de 28 anos, é acusado de ter recebido tratamento especial e ter servido os EUA em bases no Iraque e no Afeganistão como membro da marinha americana antes de ir para o Irã, onde trabalharia em uma missão de espionagem. Hekmati nasceu no Arizona, mas sua família é de origem iraniana. Seu pai, que mora em Michigan, disse que seu filho não é um espião da CIA e que ele estava apenas visitando os avós quando foi preso.

    O Departamento de Estado americano exigiu a libertação de Hekmati, que apareceu em dezembro último confessando a ligação com a CIA em transmissão da TV iraniana. De acordo com a lei iraniana, o americano tem 20 dias para apelar contra a sentença. Além de ser condenado por espionagem, Hekmati foi sentenciado por tentar acusar o Irã de terrorismo.

    O anúncio da sentença de morte do americano acontece apenas um dia após o jornal iraniano “Keyhan” afirmar que Teerã vai começar, em breve, a enriquecer urânio nas montanhas de Fordow, em local parecido com um bunker e, por isso, mais seguro contra ataques inimigos. Nesta manhã, o governo iraniano confirmou as atividades no local, mas disse que tudo está sendo “supervisionado pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA)”. As duas notícias foram vistas como mais um desafio do Irã em relação às sanções impostas por potências ocidentais que temem que o programa nuclear do país tenha fins militares. Nesta manhã, diplomatas em Viena confirmaram que o Irã já começou a trabalhar em Fordow.

    Isolado, Ahmadinejad chega à América Latina

    Em meio à troca de ameaças com os EUA, e cada vez mais pressionado por países europeus, o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, começou no domingo uma visita de cinco dias pela América Latina, onde se encontrará com dirigentes aliados da região, como o venezuelano Hugo Chávez, o equatoriano Rafael Correa, o cubano Raúl Castro e o nicaraguense Daniel Ortega. O Brasil, com quem o governo de Ahmadinejad manteve um forte vínculo durante os dois mandatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não está incluído no roteiro. O início da viagem por busca de apoio na região coincidiu com uma nova escalada das tensões entre Washington e Teerã acerca do estratégico Estreito de Ormuz, por onde passam 20% do petróleo mundial.

    Da Agência O Globo


    Postagem sem título

    postado em 05/02/2012 06:20 por WT Investigação

    Um porta-voz da Scotland Yard, que falou em condição de anonimato, disse que os oficiais que investigam as escutas ilegais estavam "em contato com Watson em relação a problemas específicos que ele desejava levantar" depois de ter enviado à polícia uma carta em 23 de janeiro. Entretanto, ele se negou a confirmar especificamente se a tal carta se referia ao Times.

    A investigação do jornal, uma referência da imprensa britânica com 226 anos que também faz parte do império de Rupert Murdoch como o News of the World, aparentemente tem relação com o depoimento de James Harding, um dos editores da publicação, feito à comissão judicial que investiga as práticas da imprensa britânica no mês passado.

    Em seu pronunciamento, ele admitiu que um repórter acessou ilegalmente a conta de e-mail de um policial blogueiro, mas que teria agido sozinho e que sua atitude foi posteriormente repreendida.

    A News International, subsidiária britânica do grupo de Murdoch, não comentou a informação. De acordo com a Associated Press, Harding será intimado a retornar à comissão para dar mais esclarecimentos.

    A polícia realiza inquéritos paralelos sobre o caso dos grampos, a corrupção policial e as reclamações de interceptação ilegal de e-mails por jornais de Murdoch - todas elas desencadeadas pelas acusações de que o agora extinto tabloide News of the World tinha uma prática rotineira de grampear mensagens telefônicas de voz para conseguir dar furos de notícias.

    As investigações já tinham se estendido para as acusações de subornos a policiais feitos pelo News of the World e o outro tabloide do grupo de Murdoch, The Sun.

    Murdoch fechou o News of the World em julho após as revelações de que eles realizaram escutas nas mensagens de voz do celular de celebridades, atletas, políticos e até mesmo uma adolescente que havia sido sequestrada.

    Com AP e AFP

    Rupert Murdoch durante depoimento ao Comitê de Mídia do Parlamento britânico

    A revelação ocorreu um dia depois de advogados afirmarem que um e-mail que se referia a um "cenário de pesadelo" sobre as repercussões legais da prática de grampos no tabloide News of the World foi deletado do computador de James Murdoch menos de duas semanas antes de a polícia começar a trabalhar no caso.

    O parlamentar Tom Watson, do partido trabalhista, divulgou em seu site oficial uma carta com data de 25 de janeiro que recebeu em resposta a outra enviada dois dias antes por ele, na qual a polícia confirma que está investigando o Times por suposta interceptação ilegal de e-mail.

    "Escrevo para assegurar que as preocupações manifestadas em suas cartas estão sendo investigadas", afirma a carta assinada por John Levett, que coordena a operação policial paralela à que investiga as escutas telefônicas do tabloide News of the World.



    Um porta-voz da Scotland Yard, que falou em condição de anonimato, disse que os oficiais que investigam as escutas ilegais estavam "em contato com Watson em relação a problemas específicos que ele desejava levantar" depois de ter enviado à polícia uma carta em 23 de janeiro. Entretanto, ele se negou a confirmar especificamente se a tal carta se referia ao Times.

    A investigação do jornal, uma referência da imprensa britânica com 226 anos que também faz parte do império de Rupert Murdoch como o News of the World, aparentemente tem relação com o depoimento de James Harding, um dos editores da publicação, feito à comissão judicial que investiga as práticas da imprensa britânica no mês passado.

    Em seu pronunciamento, ele admitiu que um repórter acessou ilegalmente a conta de e-mail de um policial blogueiro, mas que teria agido sozinho e que sua atitude foi posteriormente repreendida.

    A News International, subsidiária britânica do grupo de Murdoch, não comentou a informação. De acordo com a Associated Press, Harding será intimado a retornar à comissão para dar mais esclarecimentos.

    A polícia realiza inquéritos paralelos sobre o caso dos grampos, a corrupção policial e as reclamações de interceptação ilegal de e-mails por jornais de Murdoch - todas elas desencadeadas pelas acusações de que o agora extinto tabloide News of the World tinha uma prática rotineira de grampear mensagens telefônicas de voz para conseguir dar furos de notícias.

    As investigações já tinham se estendido para as acusações de subornos a policiais feitos pelo News of the World e o outro tabloide do grupo de Murdoch, The Sun.

    Murdoch fechou o News of the World em julho após as revelações de que eles realizaram escutas nas mensagens de voz do celular de celebridades, atletas, políticos e até mesmo uma adolescente que havia sido sequestrada.

    Com AP e AFP

    ESPIONAGEM

    postado em 01/02/2012 08:15 por WT Investigação

    Dez russos acusados de fazer espionagem para a Rússia nos EUA são deportados

    NOVA YORK - O governo dos EUA anunciou nesta quinta-feira a deportação de dez pessoas acusadas de fazer espionagem para a Rússia em troca da libertação por parte do governo russo de quatro condenados pela mesma acusação por Moscou, informou uma autoridade da Justiça, que pediu anonimato.

    A troca de prisioneiros, que está sendo classificada pela imprensa americana como a primeira entre os dois países em décadas, foi anunciada após os dez suspeitos terem confessado estarem agindo como agentes ilegaisde um governo estrangeiro dentro dos Estados Unidos em uma corte de Nova York nesta quinta-feira.

    Após as confissões, o juiz responsável pelo caso descartou as outras acusações que pesavam contra os dez suspeitos, entre elas a de lavagem de dinheiro, e ordenou a sua deportação imediata do país, o que seria fruto de um acordo em troca das confissões.

    Os suspeitos deportados dos Estados Unidos devem chegar à Rússia na manhã desta sexta-feira.

      http://www.wtinvestigacao.com.br 

    Pouco após a decisão da corte, o Departamento de Estado americano divulgou um comunicado onde confirma a deportação dos suspeitos em troca da libertação de quatro pessoas que estão detidas na Rússia.

    "Os Estados Unidos e a Federação Russa concordaram que os EUA devem levar estes indivíduos para o exterior e entregá-los às autoridades russas. Em troca, a Federação Russa deve libertar quatro indivíduos que estão encarcerados na Rússia", diz o comunicado.

    Os quatro presos que devem ser libertados pela Rússia são acusados de terem ligações com agências de inteligência de países ocidentais, de acordo com o Departamento de Justiça dos EUA.

    Segundo informações divulgadas pela agência de notícias russa Itar-Tass, eles teriam sido perdoados pelo presidente Dmitry Medvedev nesta quinta-feira.



    DETETIVE PARTICULAR DESCOBRE SERIAL KILLER DE GATOS E CÃES

    postado em 01/02/2012 07:57 por WT Investigação



    14/01/2012 06:54

    Detetive descobre serial killer de gatos e cães

    Numa rua da Vila Mariana foram encontrados quase 40 animais mortos. Uma dona de casa é suspeita Plínio Delphino
    pliniod@diariosp.com.br
    Um matador em série estava tirando o sossego dos moradores da Vila Mariana, na Zona Sul. Misteriosos desaparecimentos fizeram com que um detetive particular fosse contratado para conseguir pistas sobre os crimes. Na noite de quinta-feira, ele seguiu seu instinto e flagrou uma mulher suspeita despejando lixo estranho em uma rua do bairro. Descobriu 39 corpos embrulhados em jornais. Eram quatro cães e 35 gatos, todos sem vida. A principal suspeita, a dona de casa Dalva Lina da Silva, de 42 anos, foi denunciada e levada à delegacia de Proteção ao Meio Ambiente do DPPC (Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania), onde foi ouvida.

    Integrantes da Ong (Organização Não-Governamental) Adote um Gatinho suspeitavam da dona de casa já fazia dois anos e chegaram a conversar com ela anteriormente. “Um grupo de protetores de animais desconfiava que ela matava os bichinhos. Vivia recebendo animais em sua casa. Para mantê-los é muito caro”, disse Susan Yamamoto, presidente da Ong. No mês passado, os protetores de animais contrataram um detetive particular para desvendar o mistério do sumiço dos bichos. 

    “Ele ficou cerca de 20 dias registrando o movimento na casa da mulher. Filmou e fotografou tudo. Nos disse que nesse período viu chegar centenas de animais. No entanto ontem só foram localizados 13 animais vivos na casa dela. Para onde foram os outros? “, indagou Susan.

    Segundo ela, os animais foram mortos com injeções no coração. “Nossa veterinária esteve lá e notou que um gatinho tinha a boca cheia de farofa e vários dos animais aparentemente tiveram o sangue retirado”, disse a presidente da Ong.

    Os protetores de animais suspeitam que os bichinhos possam ter sido usados em sacrifícios de algum ritual.  No próximo dia 22, as entidades de proteção aos animais farão manifestação no vão livre do Masp, na Avenida Paulista, cobrando mais rigor nas penalidades contra todo tipo de violência contra os bichos.

    Cristina contrata detetive particular

    postado em 07/01/2012 05:31 por WT Investigação   [ 07/01/2012 05:33 atualizado‎(s)‎ ]

    Fina Estampa: Tereza Cristina contrata detetive particular para desmascarar Griselda

    Perua quer provar que Griselda é a verdadeira financiadora do Brasileiríssimo

    Decidida a desmascarar Griselda (Lilia Cabral), Tereza Cristina (Christiane Torloni) procura um detetive particular para que ele arrume um material que prove que a rival é a verdadeira financiadora do Brasileiríssimo.

    Perua quer provar que Griselda é a verdadeira financiadora do Brasileiríssimo

    Ela explica toda a história ao investigador e garante que está disposta a gastar uma boa grana com esta história. Será que ele vai conseguir as provas? Fique ligado! Esta cena vai ao ar no sábado, 7 de janeiro. As informações são da Tv Globo.


    NEXTEL NÃO PORTABILIDADE

    postado em 29/12/2011 06:30 por WT Investigação

     NEXTEL NÃO FAZ PORTABILIDADE

    Postado as 11:01 - 30/03/2009 - Por Elis Monteiro.

    4votos  

    O leitor Fabio Tabach, frequentador do meu blog, é daqueles brasileiros que não desistem nunca. Quando a portabilidade numérica estava para sair, ele foi procurar saber se poderia levar seu número Nextel para outra operadora. A resposta foi…não! Sendo assim, ele me procurou em busca de respostas. Pesquisei, fucei, fui atrás da Nextel e a resposta continuava sendo não. Afinal, a Nextel se enquadra em outra categoria de prestadora de serviço — ela não é prestadora de SMP (Serviço Móvel Pessoal) e sim de SME (Serviço Móvel Especial), ainda não contemplado pela regulamentação da portabilidade. Assim, não estaria sujeita à obrigatoriedade da portabilidade.

    Comuniquei ao leitor, que não aceitou a resposta. Afinal, se era para beneficiar os usuários da Nextel, por que não estender o serviço a estes também? Disse Fabio, em uma série de emails que trocamos (todos eles públicos, já que ele também os postava na caixa de comentários do meu blog):

    — Estudei a lei de portabilidade e fui atrás de respostas da própria Nextel, e também da Anatel. As duas respondem o que eu já sabia: que a Nextel se enquadra em uma categoria diferente das operadoras de telefonia, e que por isso não precisa se enquadrar na lei de portabilidade — me disse ele, indo além. — A Nextel pode estar enquadrada em qualquer categoria, mas para os consumidores será sempre uma empresa de telecomunicações. Se você fizer uma pesquisa vai descobrir que toda a base da Nextel, além do rádio, também tem um número de telefone ‘celular’.

    O brasileiro que não desiste escreveu mais:

    — Quando as operadoras de telefonia participaram dos editais das teles, elas não sabiam que teriam que se enquadrar na ‘lei de portabilidade’, mas foram obrigadas, pois a lei foi criada para beneficiar os consumidores, mesmo com toda a chiadeira do mercado — disse ele.

    Fábio termina este email dizendo que “a Nextel tem hoje quase 20 milhões de telefones ‘celulares’ rodando no mercado, isto quer dizer, a lei que foi criada para proteger o consumidor exclui uma empresa que presta o mesmo serviço, somente porque ela é enquadrada em outra categoria. Aqui, abro um parêntese: a Nextel tem 1.8 milhão de clientes no Brasil, um número considerável, já que há alguns anos (poucos) ela tinha pouco mais de 900 mil clientes.

    — Meu questionamento é muito simples, e espero que você me ajude a entender. Se a lei da portabilidade foi criada para beneficiar o consumidor, porque não alteram também a categoria da Nextel, para que ela seja obrigada a respeitar a lei? São 20 milhões de usuários (sic) completamente descobertos, que investiram muito tempo e dinheiro na divulgação de um número — disse Fabio.

    O leitor disse ainda: “Hoje, depois de mais de seis anos de contrato com a Nextel, e tendo investido muito na divulgação do meu número, se eu fechar a minha empresa e abrir outra, e quiser transferir meu telefone para a nova, perderei o meu número e plano. Isso é o que acontece comigo hoje, vendi minha empresa antiga para meu ex-sócio, que continua sendo meu amigo. Abri uma nova empresa no mesmo endereço e com mesma titularidade, mas meu número de telefone teve que permanecer na empresa antiga, isto é, nem dentro da própria empresa eles conseguem fazer a portabilidade”.

    Cheguei a consultar a Nextel sobre o assunto e, em nota, a empresa disse que “a portabilidade numérica é uma regra da Anatel que foi aplicada, no caso de telefonia móvel, somente às operadoras do Serviço Móvel Pessoal (SMP). Por ser uma operadora de Serviço Móvel Especializado (SME), a Nextel não participa dessa regulamentação específica, que permite que os usuários mantenham seus números ao migrar de prestadora de serviço. Com mais de 1,7 milhão de clientes no Brasil (à época), a Nextel cumpre todas as normas regulamentadas pela Anatel ao seu tipo de serviço e reforça o compromisso em oferecer aos seus clientes serviços e atendimento de qualidade”.

    No final do ano passado, antes mesmo de a portabilidade chegar no Brasil todo (o que aconteceu só agora, em março), Fabio continuava tentando. Dizia ele que “se sentia remando sozinho em um oceano”. Sobre a resposta da Nextel, que publiquei no blog, ele já havia adiantado que “a resposta da Nextel será um pouco parecida com as que a empresa já me deu, pois a Anatel respondeu exatamente da mesma maneira”.

    O leitor dizia ainda que sabe da existência da lei que enquadra a Nextel de maneira diferente das outras empresas de telefonia celular, dispensando-a de se enquadrar na lei de portabilidade. Mas insistia no argumento de que não entende o motivo da dispensa por parte da Anatel.

    Encontrei o Fábio novamente agora, em março. E depois de mais de seis meses, ele continua em sua luta solitária, tentando entender porque a portabilidade não vale para Nextel. Acabou decidindo entrar com um processo junto ao Ministério Público Federal, que primeiro precisa aceitar a denúncia. Voltei a me comunicar com o leitor para saber se ele pretendia continuar com o processo. Disse ele:

    — Estou aguardando uma posição deles (Ministério Público) para ver se vai rolar um processo, e sobre a possibilidade também de a Anatel estar no meio, pela falta de regulação adequada, e proteção ao monopólio da Nextel — disse ele.

    O caso me chamou atenção porque primeiro mostra um curioso caso de persistência — na maioria das vezes, somos achacados por empresas que fazem o que querem com os clientes e não levamos o caso adiante (ou seja, à Justiça) porque temos preguiça ou desesperança. Também fiquei interessada pelo assunto porque demonstra que certas decisões da Anatel são tão incompreensíveis que acabam não fazendo muito sentido.

    Afinal, Fabio está ou não com a razão? Como cliente de uma operadora de telecomunicações, teria ele ou não o direito de pedir a revisão de uma decisão da Agência que existe a princípio para defender os interesses dos consumidores?

    Não tenho nada contra a Nextel, particularmente. Posso até afirmar que a empresa passa longe da quantidade absurda de reclamações que recebemos todos os dias relativas ao descaso das operadoras para com os clientes. Além disso, sei que a empresa trabalha com uma tecnologia diferente (IDEN) e presta um serviço a princípio diverso – truncking (rádio) e não apenas telefonia celular. Mas será que isso é mesmo suficiente para “aliviá-la” do peso da obrigatoriedade de prestação do serviço de portabilidade?

    Fica aí o questionamento, levantado pelo Fabio e, acredito, compartilhado por muitos. Por Elis Monteiro.



    Livro A Privataria Tucana

    postado em 14/12/2011 03:37 por WT Investigação


    Da privataria ao mensalão


    em 14/12/2011 00:30:00
     (1455 leituras)

    Há uma triste realidade que vai muito além das intrigas entre petistas e tucanos

    Publicidade:


    Erich Vallim Vicente

    Desde o final da semana passada, as redes sociais estão em alvoroço. O lançamento do livro ‘A Privataria Tucana’, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., tornou-se mais um capítulo na briga constante de “gato-cachorro” entre petistas e tucanos na internet. Virou tradição: a cada denúncia sobre o governo federal, especialmente quando esta se dá através da capa da revista Veja, há uma enxurrada de “contradenúncias” sobre desmandos do PSDB, seja em outras instâncias de governo, como do Estado de São Paulo, ou mesmo de outras épocas, como o caso recente do livro, alçado à pauta da ordem do dia.

    A ordem dos fatos, necessariamente, não é sempre a mesma, mas o efeito deles é sempre no mesmo caminho. Enquanto um lado ataca, o outro contra-ataca, embrulhando o Brasil num grande nó de casos e mais casos de corrupção, de cima a baixo, de Leste a Oeste, do Oiapoque ao Chuí. A priori, toda denúncia, quando fundada, deve ser verificada e, depois disso, seguir os trâmites normais do Sistema Jurídico brasileiro. Mas, todos sabem, não é bem assim.

    Desde a abertura democrática e a experiência com o Impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello, descobriu-se a força de uma denúncia, não importa qual seja, porque ela serve mais para abalar politicamente determinada figura do que, necessariamente, descobrir verdades. Com a máxima “onde há fumaça, há fogo”, derruba-se presidente, ministros, mancha-se carreiras públicas e, alcançado o objetivo, tudo volta a ser como era antes. A toada tem sido assim.

    Há, porém, uma triste realidade, essa de Nação, e que vai muito além das intrigas entre petistas e tucanos. Toda essa euforia, essa sede de dizer “você roubou antes”, “ou você roubou mais”, pouco tem contribuído para mudar a cara do Brasil como um país de meliantes em todas suas esferas políticas. Joga-se a verdade do outro no ventilador para colocar na agenda pública o adversário como o problema, tentando incriminá-lo midiaticamente, a despeito da ação jurídica.

    Neste ponto, há de se pontuar, o grande desserviço do veículo de comunicação que se submete a esse papel, de ora acobertar, ora divulgar, de acordo com as conveniências partidárias e projetos de poder. E aqui não se trata de nominar quem faz ou deixa de fazê-lo, mas é um exercício de autoavaliação que deve ser feito por cada um que, em maior ou menor medida, tem responsabilidade em transformar determinados temas em prioridade da agenda pública.

    As denúncias de ‘A Privataria Tucana’, como qualquer outra, de qualquer outra sigla, devem ser apuradas, embora, no caso do livro de Amaury Ribeiro Jr., é uma pena terem sido feitas só agora, de fatos ocorridos há 15 anos. Resgatar a história é fundamental para construir um país ciente da necessidade de extirpar os seus males. Mas isso não significa que, descobrindo o crime dos outros, será então possível utilizá-los para justificar os seus próprios crimes. Um não elimina o outro. A conta da corrupção não se divide, ela só se multiplica.




    O livro A Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., fartamente documentado, está à venda a partir desta sexta-feira em todo o País revelando fortunas tucanas em paraísos fiscais, após as privatizações do governo FHC, e a rede de espionagem montada pelo ex-governador de São Paulo José Serra contra seu adversário interno no PSDB, o também tucano Aécio Neves, que era governador de Minas Gerais. 

    Monitoramento

    O objetivo da espionagem, que não foi alcançado, seria o de flagrar em vídeo Aécio Neves consumindo bebidas alcoólicas ou até cocaína.

    Acusações graves

    Amaury acusa Verônica e Alexandre Bourgeois, filha e genro de Serra, de evasão de divisas, lavagem de dinheiro e recebimento de propina.

    Fios 

    Ricardo Sergio de Oliveira, ex-diretor do Banco do Brasil, e Gregório Marin Preciado, primo de Serra, também são denunciados no livro.

    Polêmica

    Repórter investigativo muito talentoso, Amaury Ribeiro foi envolvido no suposto esquema de arapongagem a serviço da campanha de Dilma.

    Intimidação 

    O editor Luiz Fernando Emediato, da Geração Editorial, sentiu-se intimidado ao ser chamado para "uma conversa" com o ex-governador José Serra, que tomou conhecimento do iminente lançamento do livro A Privataria Tucana, de Amaury Ribeiro. Emediato contou à coluna que ofereceu seu cartão de visitas ao emissário tucano, sugerindo que, se Serra quisesse falar com ele, que o procurasse na sede da editora.

    Cautela

    Temendo ordem judicial de apreensão do livro, a Geração fez uma operação silenciosa para distribuir 15 mil exemplares em todo o País.

    Compromisso

    Ao receberem o livro A Privataria Tucana, as livrarias assumiram o compromisso de que não seria exposto nas vitrines antes desta sexta. 

    Nada a declarar 

    O ex-governador José Serra informou que, por enquanto, sua decisão é não comentar as acusações contidas no livro de Amaury Ribeiro Jr.

    Perderam a modéstia

    Pivô do escândalo que atinge o ministro Fernando Pimentel, o dono da HAP Engenheria, Roberto Senna, é irmão da mulher do ex-ministro da Defesa Nelson Jobim. A advogada Vivienne Senna era da comissão de ética pública da prefeitura de BH quando abriram investigação. 

    Oitavo passageiro

    Ministro amigo de Dilma, Fernando Pimentel já está sendo chamado, no serpentário do cafezinho do Senado, de "o Oitavo Passageiro". Referência aos sete ministros já caíram por denúncias de corrupção.

    Contra privilégios

    O deputado Chico Leite (PT), campeão nas avaliações de desempenho no DF, tem lutado para que empresas de políticos com mandato sejam proibidas de assinar contratos com o governo, para evitar privilégios. 

    Casos de família

    Parte do nervosismo do presidente do Senado José Sarney, que quase se atracou com o senador Demóstenes Torres (DEM-G0) na votação do Código Florestal, se deve ao estado de saúde de Roseana. 

    Marconi 

    O presidente do PSDB, deputado Sergio Guerra (PE), prefere Aécio Neves a José Serra, na sucessão de Dilma, mas avisa que o bem avaliado governador de Goiás, Marconi Perilo, também está no páreo.

    Liberdade  

    O deputado André Vargas (PT-PR) afirmou "que os grandes jornais não compreendem o tipo de país que se está construindo". Resumindo: não mostram o país que o PT acha que tem. 

    Feira moderna

    A Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) constatou alta contaminação de agrotóxicos, até proibidos, em frutas e hortaliças. Mas somos nós que comemos o pepino envenenado.

    Choro na fronteira 

    O Paraguai se apavora com a estagnação do Brasil. O presidente do Banco Central de lá, diz o jornal ABC Color, teme queda nos 60% nas transações locais ou e comerciais. Drogas e armas não contam. 

    Pensando bem... 

    ..os "cumpanhêro" estariam sem problemas na Justiça, se, em vez de consultorias, dessem palestras à la Lula, fáceis e sem contestação. 


    Diante do silêncio absoluto da mídia canalha, se tornou obrigação cívica divulgar o livro A Privataria Tucana (Geração Editorial), do jornalista Amaury Ribeiro Jr. A reportagem é uma porrada.

    É o velho esquema de sempre: Rede Globo, Veja, Folha de S.Paulo e adjacências se calam quando acusações, por mais graves que sejam, como é o caso, atingem seus aliados. Para os amigos, as manchetes; para os inimigos, os editoriais. Ou o contrário, tanto faz.

    A blindagem às falcatruas cometidas pelo tucanato atravessa década. Há muito é caso de polícia. No mínimo, os donos dos grandes veículos de comunicação deveriam ser intimados a depor no Congressso Nacional, junto com os ladrões que protegem.  A omissão é criminosa, fere todos os princípios da liberdade de imprensa que esses safados tanto defendem quando lhes convêm.

    Um fato precisa ficar claro, e ser repetido à exaustão: a venda de estatais durante o governo FHC foi o maior assalto aos cofres públicos da história deste país. O famigerado Mensalão é troco de pinga. Jamais duvidem disso.

    Foram bilhões de dólares desviados, lavados, propinados e roubados do povo brasileiro. Não faltam denúncias, documentos, provas, testemunhas. O que falta é vergonha na cara das elites que insistem em varrer esse lixo para debaixo de seus tapetes sujos. São cúmplices.

    Outro livro, histórico, também ignorado pelo silêncio ensurdecedor dos barões da imprensa, foi escrito pelo nosso maior jornalista econômico, Aloysio Biondi, em abril de 1999: “O Brasil Privatizado”. Segundo ele, a conta do prejuízo é assustadora: R$ 87,6 bilhões não entraram ou saíram dos cofres públicos durante o processo de privatização. Não ficamos com um único centavo.

    O livro de Biondi vendeu 130 mil exemplares. Você não leu errado: foram 130 mil exemplares vendidos. Sem que uma única linha ou comentário saísse nos grandes veículos de comunicação. Fazem parte da quadrilha.

    O povo não é bobo. Em apenas quatro dias, o fenômeno se repete e a obra de Amaury Ribeiro esgotou seus 15 mil exemplares e já parte para uma segunda edição. Um belo tapa na cara da tucanagem corrupta! Denúncia em CPI do PT é refresco. Vamos ver se agora a casa cai. Podre, já está faz tempo.

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