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Detetive Particular  Belo Horizonte - Minas Gerais

 

A WT Consultoria & Investigação é especializada em casos Empresariais, particulares e Pessoas desaparecidas, para isso contamos com uma equipe de profissionais, que além de ser altamente qualificada, disponibiliza de Tecnologia de ponta para atuar em sua investigação.

 

 DESAPARECIDOS

 

 

NOME:

DOUGLAS FREITAS FERREIRA

TELEFONES:

(031) 3249-6010 - (031)3429-6009

OBS:

Desapareceu nas proximidades da Vila Olímpica do Atlético, no Bairro de Venda Nova - Av. Pedro I (Belo Horizonte - Minas Gerais), treinava no time Mirim do Atlético, trajava blusa preta, bermuda azul e mochila escolar cinza (estava retornando de uma partida de futebol em São José da Lapa, município próximo de BH). Foi ao ponto de ônibus próximo ao Clube para retornar a sua residência e não houve mais notícias.

E-MAILS:

 

 

CRIANÇA DESAPARECIDA!

www.criancadesaparecida2.nafoto.net

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=9912560

Nome: DOUGLAS FREITAS FERREIRA

Data de Nascimento: 06/02/1993

Desaparecimento: 04/03/2006

Local: Belo Horizonte/MG

Circunstâncias do Desaparecimento: Desapareceu nas proximidades da Vila Olímpica do Atlético, no Bairro de Venda Nova - Av. Pedro I (Belo Horizonte - Minas Gerais), treinava no time Mirim do Atlético, trajava blusa preta, bermuda azul e mochila escolar cinza (estava retornando de uma partida de futebol em São José da Lapa, município próximo de BH). Foi ao ponto de ônibus próximo ao Clube para retornar a sua residência e não houve mais notícias.

Moreno, cabelos castanhos, crespos, olhos azuis, franzino, 1,50 m de altura, 43 Kg., com leve cicatriz acima do olho direito.

INFORMAÇÕES: Belo Horizonte/MG (031) 3249-6010 - (031)3429-6009 e Vila Olímpica do atletico mg (031) 3495-3431

"Se você quiser encontrar paz e alegria neste mundo, espalhe em torno de si otimismo e bondade. Não se deixe ficar inativo na comodidade que nada produz. É pelo trabalho em benefício do próximo que armazenamos energias, a fim de vencer os embates da vida. Não pare jamais, não perca as oportunidades que se apresentam diariamente de fazer o bem, para que o bem venha abundante sobre você."

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NOME:

MICHELE JESUS DA CONCEIÇÃO

TELEFONES:

 

OBS:

No dia 7 de setembro de 2006, Michele de Jesus da Conceição, 10 anos, saiu para ir à casa de uma colega. O pai, Gercino Bernardo da Conceição, estava no trabalho e à noite foi à polícia desesperado, porque a menina não havia retornado.

E-MAILS:

 

 

“Ela saiu apenas com a roupa do corpo e os óculos. Fui procurá-la na Bahia, onde temos parentes, mas ela não estava lá”, diz Conceição. “ A gente tem aquela esperança de encontrar, mas sabe que é muito difícil. Eu durmo, levanto e não sei onde ela está. Penso nisso o tempo todo.”

Por causa do desaparecimento da filha, Conceição entrou em depressão profunda e afirma que tem de tomar remédios controlados. “O quarto dela está igual, não mexemos em nada. Todas as coisas estão do jeito que deixou”, diz. “Se eu pudesse falar com ela só diria uma palavra: volte” 

Comunidade de Michele no orkut:

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=24559293

Qualquer informação sobre Michele, disque 100

“Sua informação pode trazer de volta uma criança desaparecida”

 

karine-portela-coelho.jpg

NOME:

KARINE PORTELA COELHO

TELEFONES:

(69)92318209

OBS:

Karine Portela CoelhoNo último dia 22/09/2007, ás 15h,desapareceu a menor Karine Portela Coelho, de 10 anos, na cidade de Machadinho D’Oeste-RO, Sítio Portela Linha MA16 KM 42.

E-MAILS:

 

 

 

A Polícia procura pistas que possam desvendar o mistério que perturba a comunidade do município de Machadinho do Oeste. A adolescente de 10 anos Karina Portela Coelho desapareceu no último sábado quando voltava de um mercado na zona rural de Machadinho

Segundos os pais a menina usava saia jens com babado rosa, a blusa também era rosa. O desaparecimento aconteceu por volta das 15h, o que esta deixando a comunidade temerosa é de que na mesma região no ano passado uma adolescente de 16 anos também desapareceu e nunca mais se teve informações.

Uma manifestação foi realizada por parentes e amigos para pedir ajuda das autoridades.


Karine Portela CoelhoNo último dia 22/09/2007, ás 15h,desapareceu a menor Karine Portela Coelho, de 10 anos, na cidade de Machadinho D’Oeste-RO, Sítio Portela Linha MA16 KM 42.

A Menor saiu para ir a uma Mercearia para comprar um alimento . No caminho de volta para casa desapareceu.

Nome: Karine Portela Coelho

Filha de: Irinaldo Pereira Coelho e Neuza Portela.

Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=39664503

Qualquer informação favor entre em contato.

(69)92318209

Promotoria - (69)35812508

Departamento de Estratégia e Inteligência – DEI

(69) 3216-8808

 

NOME:

PEDRO AUGUSTO SANTOS PRATES BELTRÃO

TELEFONES:

(31) 3429-6009 OU 0800-2828197

OBS:

DESAPARECIDO EM 08 DE AGOSTO DE 2006, NA REGIÃO CENTRAL DE BELO HORIZONTE, TRAJAVA UNIFORME ESCOLAR E SHORT AZUL MARINHO.

E-MAILS:

 

Notícias sobre este desaparecido:

 

Poucos dias depois de receber da Polícia Civil a notícia de que o filho Pedro Augusto está morto, a socióloga Cléia Maria desabafa sua angústia

ANDRÉA SILVA

A espera de mais de um ano por notícias do paradeiro de Pedro Augusto Santos Prates Beltrão, desaparecido nas ruas do centro de Belo Horizonte, não teve um final feliz. Cinco dias depois de receber a confirmação sobre a morte do filho, a socióloga Cléia Maria da Conceição Santos, 43, falou sobre essa triste experiência vivenciada nos últimos meses. A entrevista foi concedida no saguão do prédio, onde Cléia mora com o marido, o pesquisador Benoni Prates Beltrão, 45, e os outros dois filhos, Júlia, 8, e Daniel, 11. Embora o resultado do exame de DNA, recebido no último dia 14 (um ano, um mês e seis dias após o desaparecimento), tenha confirmado a morte de Pedro Augusto, a socióloga fala do filho no presente. “Minha dor hoje é muito maior que durante um ano de procura. Antes eu tinha esperança, agora me restou apenas o sofrimento”, declara emocionada. Para Cléia, o pior momento nesse um ano de busca foi justamente o resultado positivo do laudo do Instituto de Criminalística, da Polícia Civil. No exame, os peritos confrontaram material de fragmentos da ossada encontrada no dia 17 de agosto na mata do Camargos, bairro Califórnia, região Oeste da capital, com material genético dos pais. O laudo constatou que os ossos eram mesmo de Pedro Augusto. Mas a família vai repetir o exame para que não fique qualquer dúvida. No dia da confirmação, o pai estava em Goiânia a trabalho, quando a delegada Cristina Coelli, da Divisão de Referência de Pessoas Desaparecidas, ligou informando que eles precisavam se encontrar para conversar sobre o resultado do DNA. Nesse momento, Cléia teve a certeza de que a notícia que iria receber seria a única que ela não queria ouvir: a de que o filho estava morto. Leia a seguir, trechos da entrevista.

Quando você e o seu marido foram informados sobre o encontro da ossada no Califórnia?
Engraçado, quando essa ossada foi encontrada, eu li no jornal. Mas a matéria não informava se era de criança ou adulto. Era apenas uma nota pequena. Eu até comentei com o Benoni, mas não demos muita importância. Passada uma semana, fomos até a delegacia e a delegada nos informou que a ossada era de um pré-adolescente e que ela iria pedir um confronto no banco de DNA, que havíamos doado emmarço. A partir dessa informação, já ficamos apreensivos. Foi uma angústia muito grande.

A delegada entregou o resultado do laudo do exame de DNA pessoalmente?
Não teve entrega do laudo no dia. A informação foi verbal. A notícia de que o exame tinha dado positivo, como sendo do Pedro, vazou na imprensa. Preocupada, a delegada me ligou, dizendo que estava vindo para minha casa. Foi horrível.

Como você recebeu a notícia?
Estávamos bastante apreensivos. Já havíamos ligado para a delegada. O Benoni ia viajar para Goiânia, que é mais longe, e ficaria uns cinco dias fora. Já tinham se passado uns 20 dias desde o encontro da ossada e ainda nenhuma informação. Eu estava indo trabalhar, quando a Cristina me ligou, dizendo que estava vindo para cá. Ela disse que não queria me passar a notícia dessa forma, mas como a informação já tinha sido divulgada na rádio, ela não encontrou outra maneira.

O que passou pela sua cabeça?
Lógico que nesse momento já imaginei o pior. Nós já estávamos aguardando. É claro, como qualquer mãe, a gente espera que não seja. Embora a gente saiba que um ano é muita coisa, o resultado poderia ser positivo ou negativo. Mas o choque é muito grande. É uma dificuldade enorme para assimilar essa notícia. Para piorar, o Benoni não estava aqui.

 Após a divulgação da notícia no rádio, as pessoas começaram a te procurar?
Tinha uma amiga comigo. Ela me ajudou bastante. Os outros amigos e parentes já começaram a chegar. A minha maior preocupação era com meus outros filhos. Fiquei com medo de alguém passar alguma coisa pelo telefone. Embora eu já tinha combinado com eles, de que qualquer notícia sobre o Pedro, a verdade viria de mim e do Benoni, mas fiquei bastante apreensiva.

 Você já falou com seus filhos sobre a confirmação da ossada?
Depois que o Benoni chegou, contamos para as crianças. A Júlia (8 anos) ainda é muito nova. Para ela ir assimilando a história sem muito trauma, nós tomamos todo o cuidado. Dissemos que vamos repetir o exame, que pode ser que confirme. Já para o Daniel (11 anos), nós fomos mais diretos, apesar de sentir que ele também tem a esperança de um resultado diferente.

 Como eles agiram em relação à ausência do irmão?
Antes era como se o Pedro fosse chegar a qualquer momento. Por exemplo, o Pedro gostava muito do Bob Esponja. Aí saiu um kit do Bob Esponja, a Júlia ficou doida. Ela me mostrou e disse que, quando o Pedro voltasse, se ainda tivesse o kit, nós iríamos comprar para ele. Para os dois, o retorno do irmão era certo.

 Depois da notícia sobre o resultado do exame, você percebeu alguma mudança neles?
Sim. Eles ficaram mais abatidos. Eu creio que a esperança deles ainda não morreu, mas senti que mudou alguma coisa sim. Mesmo porque, nós falamos a verdade.

 Vocês faziam acompanhamento constante na divisão de desaparecidos…
Nós ainda fazemos o acompanhamento. Toda semana, buscamos informação. Antes era atrás de alguma notícia do paradeiro do Pedro. Termina uma fase, mas começa outra. Agora, chegamos na segunda etapa: acompanhar as investigações e cobrar das autoridades justiça. Queremos que os culpados paguem pelo que fizeram com nosso filho.

 Você acredita que seu filho tenha sido vítima de um ritual macabro?
Eu não quero nunca ligar meu filho a esse assunto. O Pedro é um menino muito bacana. Alto astral, alegre, divertido, companheiro. Pode até ser uma defesa minha. Mas, quando eu acompanhei o depoimento do filho do policial, as crianças relatavam que a criança envolvida no ritual era de pele escura. O Pedro tem o cabelo escuro, mas é bem clarinho.

 Vocês se perguntam sobre a pessoa que pegou o Pedro?
Sim. Eu acredito que tenha sido um monstro, que aproveitou da inocência do meu filho. Algum pedófilo. Já pensamos muito nisso. Ele deve ter sido iludido por uma pessoa de um bom papo. Só de imaginarmos, isso dói muito.

 Como é o comportamento do seu marido nesse assunto?
Ele sofre bastante, mas não consegue desabafar. Ele fica muito apreensivo. Depois que chegou o exame, ele ficou muito angustiado. Há momentos em que ele desaba, mas, na maior parte das vezes, acho que para não me ver mais triste, ele guarda tudo para ele.

  Nesse um ano, como as pessoas tentavam apoiar vocês?
Os amigos e a família sempre estão procurando nos amparar. Quando nós recebemos a notícia, todos queriam estar com a gente. Alguns acham que agora que a procura acabou é melhor. Mas não é assim que penso. Para mim, seria melhor viver com a esperança de um dia eu poder encontrar meu filho, e não receber uma notícia dessa. Pode ser que com o tempo eu fique mais conformada. Mas a minha dor hoje é muito maior que a dor desse um ano de procura. Antes eu tinha esperança, agora me restou apenas o sofrimento.

 O que você conversou com seu filho pela última vez?
Ele me ligou pedindo para ir à papelaria comprar uma caixa de lápis de cor. Concordei e disse a ele para não demorar. A última coisa que ouvi meu filho dizer pelo telefone foi: “Eu te amo” (contou em lágrimas). Não só eu, mas o mundo perdeu uma pessoa muito especial.

 Você perdeu a esperança em algum momento?
Até o dia em que eu recebi a notícia de que o exame de DNA deu positivo, eu ainda acreditava na possibilidade de rever meu filho com vida. Não sei onde fui arrumar força para viver isso tudo. Já enfrentamos coisas que jamais imaginávamos ter que enfrentar um dia, idas à delegacia, ao IML. Fomos vítimas de uma tentativa de extorsão, acompanhamos depoimentos de crianças dizendo que meu filho foi vítima de policiais, pessoas que deveriam cuidar de nossa segurança.

 Você viu o retrato falado do homem que supostamente foi visto com o Pedro?
Nós vimos o retrato falado e não o reconhecemos. A Polícia Civil está investigando e eu prefiro deixar esse assunto nas mãos dos investigadores.

 Como você acha que o serviço da segurança pública deveria atuar?
O número de policiais na rua deveria ser maior. Se nesse trajeto do prédio até a papelaria tivessem câmeras de segurança ou mais policiais, eu acho que quem levou o Pedro iria pensar duas vezes. Depois do Pedro, já tiveram outras crianças. É um fato que está acontecendo o tempo todo. Estão levando nossas crianças para que? É o mesmo, são outros? As autoridades têm que fazer isso parar.

 O trabalho realizado pela Divisão de Referência de Pessoas Desaparecidas foi satisfatório?
A delegada Cristina e a equipe dela se empenharam ao máximo. Mas a equipe é bem reduzida. Nesse tipo de investigação, acredito que todos deveriam ser envolvidos: Corpo de Bombeiros, as polícias Militar e Civil e até a Guarda Municipal. Sumiu alguém? Mobiliza um número grande de homens para acuar os responsáveis. É só uma pessoa? Mas é uma vida! Se nada for mudado, outros Pedro, Douglas e Daniel continuarão desaparecidos.

 Para obter mais informações sobre as pessoas desaparecidas, o governo de Minas criou o site www.desaparecidos.gov.br. Segue abaixo ainda a relação das crianças desaparecidas na região metropolitana de Belo Horizonte no ano de 2006:


Ana Paula de Souza Rhis
Idade: 14 anos
Desaparecimento: 16/09/2006
Onde: Belo Horizonte

Beatriz Alves Costa
Idade: 4 anos
Desaparecimento: 20/04/2006
Onde: Belo Horizonte

Carlos Antônio Lages dos Santos
Idade: 8 anos
Desaparecimento: 27/08/2006
Onde: Belo Horizonte

Crisbele Penido Palhares
Idade: 13 anos
Desaparecimento: 07/08/2006
Onde: Belo Horizonte

Cristina da Luz Ferreira
Idade: 13 anos
Desaparecimento: 07/08/2006
Onde: Sabará

Diego Alexandre Bispo
Idade: 5 anos
Desaparecimento: 01/09/2006
Onde: Belo Horizonte

(7) - Mar
Douglas Freitas Ferreira
Idade: 13 anos
Desaparecimento: 04/03/2006
Onde: Belo Horizonte

Edna Porto Santos Vieira
Idade: 14 anos
Desaparecimento: 03/07/2006
Onde: Belo Horizonte

Ezequiel Fagner de Oliveira
Idade: 11 anos
Desaparecimento: 08/08/2006
Onde: Contagem

Fernanda Santos Vieira
Idade: 11 anos
Desaparecimento: 23/05/2006
Onde: Belo Horizonte

Fernando Gonçalves Barbosa
Idade: 13 anos
Desaparecimento: 18/09/2006
Onde: Ribeirão das Neves

Hudson da Silva Barbosa
Idade: 10 anos
Desaparecimento: 16/08/2006
Onde: Belo Horizonte

Ingred Natacha Rosa da Silva
Idade: 13 anos
Desaparecimento: 26/08/2006
Onde: Belo Horizonte

Jessica Fabiana Neves Souza
Idade: 14 anos
Desaparecimento: 11/03/2006
Onde: Belo Horizonte

Jones Ferreira dos Santos
Idade: 13 anos
Desaparecimento: 02/06/2006
Onde: Belo Horizonte

Josué Matias Alves Moreira
Idade: 12 anos
Desaparecimento: 14/08/2006
Onde: Belo Horizonte

Kecia Bruna Machado
Idade: 13 anos
Desaparecimento: 18/08/2006
Onde: Contagem

Kelvin Breno Teodoro Gomes
Idade: 12 anos
Desaparecimento: 28/08/2006
Onde: Belo Horizonte

Naiara Lopes Correa
Idade: 13 anos
Desaparecimento: 03/09/2006
Onde: Belo Horizonte

Naiara Lopes Correa
Idade: 13 anos
Desaparecimento: 05/04/2006
Onde: Sabará

Paulo henrique Santos Oliveira
Idade: 12 anos
Desaparecimento: 06/01/2006
Onde: Vespasiano

Pedro Augusto Santos Prates Beltrão
Idade: 11 anos
Desaparecimento: 08/08/2006
Onde: Belo Horizonte

Pedro Francisco da Rocha
Idade: 3 meses
Desaparecimento: 26/06/2006
Onde: Belo Horizonte

Thaís Pereira da Silva
Idade: 13 anos
Desaparecimento: 10/09/2006
Onde: Belo Horizonte

Vinícius de Oliveira
Idade: 13 anos
Desaparecimento: 18/05/2006
Onde: Vespasiano

Wendel Bruno Rodrigues da Silva Marques
Idade: 13 anos
Desaparecimento: 28/08/2006
Onde: Belo Horizonte

Assessoria de Comunicação Institucional
TJMG – Unidade Goiás
Tel: (31) 3237-655

Quarta-feira, 23 de Maio de 2007, 00h01
Policiais negam participação no sumiço de Pedro Augusto
ANDRÉA SILVA.

Dois dos três policiais acusados de envolvimento em orgias sexuais e ritual macabro, investigados como responsáveis pelo desaparecimento do garoto Pedro Augusto Santos Prates Beltrão, 12, em agosto de 2006, estiveram ontem na Assembléia Legislativa para prestar novos esclarecimentos sobre a denúncia.

O agente de Polícia Civil e um policial militar, acompanhados do advogado, foram ouvidos por representantes das comissões de Segurança Pública e Direitos Humanos.

O delegado Wagner Pinto, titular da Divisão de Crimes contra a Vida, e a delegada Cristina Coelli, da Delegacia de Pessoas Desaparecidas, acompanharam a fala dos dois policiais.

O depoimento foi fechado para a imprensa. Mas, segundo o presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputado Durval Ângelo (PT), os dois negaram qualquer participação no desaparecimento do garoto.

As primeiras denúncias de um possível envolvimento de três policiais ? um detetive e dois PMs, todos irmãos ? com o sumiço de Pedro Augusto surgiram há cerca de seis meses.

A ex-mulher do detetive procurou o Ministério Público Estadual (MPE), afirmando que o ex-marido obrigava os dois filhos do casal, um de 11 e outro de 12 anos, a participar de orgias sexuais, abusando sexualmente deles e de outros meninos.

Na acusação, a mulher afirmou que uma das crianças seria o Pedro, e que o mesmo, após ter sido violentado sexualmente, teve o coração arrancado em ritual de magia negra. O deputado Durval Ângelo disse ontem que até o momento nada foi esclarecido.

Ontem, depois de negar envolvimento no crime, os dois acusados preferiram se pronunciar somente em juízo sobre outras questões.

?Infelizmente, não conseguimos avançar nesse caso. Até que se prove o contrário, prefiro acreditar que os policiais são inocentes, porque a história é muito chocante?, disse o parlamentar. Segundo ele, um dos acusados afirmou que a denunciante é portadora de problemas psiquiátricos.

Advogado critica investigação do MP

Para o advogado de defesa Écio Quaresma Firpe, tanto a Assembléia Legislativa quanto o Ministério Público Estadual não são qualificados nem têm competência legal, judicial ou mesmo processual para investigar o suposto crime. Conforme Quaresma, cabe apenas à Polícia Judiciária ficar à frente do caso.

O advogado também disse ontem que as denúncias surgiram após o processo de separação conjugal de um dos policiais, iniciado no ano passado, depois de um parecer de uma assistente social e de uma psicóloga da Vara da Família.

Por esse parecer, conforme informou o advogado, seria interessante o menino mais velho ficar com o pai e o mais novo com a mãe.

Na declaração da mulher ao Ministério Público, ela disse que ficou desconfiada da mudança do comportamento dos filhos e depois de insistir com os meninos, eles teriam revelado os abusos sexuais e o crime contra o Pedro Augusto, que teria sido reconhecido em uma das fotografias divulgadas pela campanha Volta, do governo estadual. Fonte  Jornal o tempo

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Os familiares e amigos de Pedro Augusto Santos Prates Beltrão, 11, desaparecido há seis dias, lutam para conseguir informações sobre o garoto. Eles estão distribuindo cartazes no centro de Belo Horizonte com fotos do menino, já criaram a comunidade ?Ajudem achar o Pedro? no Orkut e até fizeram um apelo em uma rádio comunitária no bairro Serra.

Pedro está desaparecido desde a última terça-feira, quando foi comprar lápis de cor em uma papelaria próxima à casa dele, na avenida João Pinheiro, no centro da capital.

Os pais do menino, o pesquisador Bemoni Prates Beltrão, 45, e a socióloga Cléia Maria da Conceição Santos, 42, estão em estado de choque e, segundo familiares, não têm condições de conversar sobre o assunto.

Apenas o tio do garoto, o agrônomo Alexandre Prates Beltrão, 42, que veio de Brasília para ajudar a encontrar o sobrinho, está falando sobre o caso. Ele contou que Pedro saiu de casa na terça-feira, por volta das 15h30, com R$ 5 para ir até a papelaria.

Segundo Alexandre Beltrão, o menino chegou a fazer a compra, em torno de R$ 3, e, depois, não foi mais visto por ninguém. ?O meu irmão levou uma foto dele na loja e a vendedora o reconheceu. Estamos desesperados, pois essa é uma situação muito trágica para a família e completamente inesperada?, disse.

De acordo com o agrônomo, Pedro tinha costume de andar sozinho na região para ir à padaria e também à banca de revista comprar figurinhas. O garoto é o mais velho de três irmãos. Os outros dois, um menino e uma menina, têm respectivamente 10 e 8 anos.

Alexandre Beltrão disse que a polícia não descartou nenhuma possibilidade para o desaparecimento do sobrinho dele.

A delegada chefe da Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida, Cristina Coelli Cicarelli, não passou detalhes sobre as investigações.

Segundo a polícia, a campanha Volta, em vigor desde junho deste ano, já conseguiu localizar 68 das 1.011 pessoas cadastradas em situação de desaparecimento na capital.

Quem tiver informações sobre o possível paradeiro de Pedro Augusto, deve ligar para a Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida no telefone (31) 3429-6010 ou 0800 28 197.

 

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É impressionantes o número assustador de crianças desaparecidas na Região de BH e adjacências!

Será q são PEDÓFILOS agindo em Belo Horizonte e em outras cidades que estão "sumindo" com estas crianças "desaparecidas"?
(pode parecer redundância, mas é a pura verdade!)

Ou será que há a possibilidade de ser alguma "gang" de tráfico de órgãos?

Onde está a PF diante de tantos sites de PORNOGRAFIA INFATO-JUVENIL?

É muito triste e revoltante tudo isto!

* Gostaria de poder contar com a ajuda de todos nesta busca, DIVULGANDO ESTA MENSAGEM,
, ou o que julgar necessário para podermos encontrar esta criança!

* PEDRO AUGUSTO DOS SANTOS PRATES BELTRÃO, de 12 anos,
nasceu em 30/09/1994
e desapareceu em 08/08/2006 no centro de BH,
próximo à sua casa, quando câmeras o viram comprar lápis de cor.
Ele estava com uniforme da escola e minutos depois da compra
foi visto com dois homens na Praça Raul Soares, região Central de BH.

 

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